Para um novo início é necessário um fim.

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domingo, 24 de janeiro de 2010

Faz falta a adrenalina do 'será' e o gosto do 'consegui'.


Quem pensa? Quem reflecte nos actos antes deles e, mais ainda, depois? Quem pensa no que vive? E quem vive a pensar?
Perguntas soltas, respostas singulares, próprias de opiniões. Pensar em consequências de actos e não os realizar por medo deixa de ser viver. Respirar torna-se mecânico e o futuro deixa-se adivinhar por si próprio, à vista dos nossos pensamentos. Mas, pensando bem, é um erro. Nada pode ser previsível. Então, porquê privarmo-nos de esperança, de risco pela felicidade? Pensar em consequências é imperativo, a consciência deve estar presente, mas arriscar é igualmente necessário. Então, porque não tentar indo consciente? Não realizarmos aquilo que desejamos por entrave nosso leva-nos a pensar no que poderíamos ter tido se o tivéssemos feito. E respirar assim passa a perder vitalidade, deixa de ser viver. Faz falta a adrenalina do 'será' e o gosto do 'consegui'. E, mais falta ainda faz, percebermos o que vivemos, para podermos saber aproveitar o depois do prémio. O instinto tem também de estar presente, mas sempre acompanhado da consciência, para tudo poder ser saboreado.
No fundo, não sei sequer o que penso. Não porque não penso, mas talvez porque o faço demais.

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